terça-feira, 27 de março de 2012

Hoje é o Dia do Circo!


Eu amo ir ao circo e vocês?

O circo de hoje é bem diferente, cheio de tecnologias mas continua muito lindo, colorido e o melhor de tudo que não tem mais animais que eram tão castigados no momento dos seus treinamentos, foi muito bom terem proibido a presença deles, agora estão felizes e tranquilos nos seus locais de origem.

Quando era criança meus pais me levavam ao circo, era uma alegria sem fim assistir os palhaços, trapezistas que são minhas duas paixões no circo, quando vejo os saltos mortais que dão no trapézio perco a respiração.

Tem coisa mais linda que a colorida lona de um circo? Quando era pequena e avistava esta lona pulava de alegria e não dava sossego aos meus pais enquanto não me levassem para assistir ao grande espetáculo, amavaaaaaaaa ver os elefantes, como são lindo e "mimosos" com todo aquele tamanho, não é mesmo?rs,rs.

Comer algodão doce, pipoca e comprar aqueles brinquedinhos que vendem na porta dos circos é a alegria da garotada e era a minha também, chegava em casa com as mãozinhas lotadas de bugigangas rs,rs.

Levem seus filhos, sobrinhos,netos ao circo porque é um local onde se "respira" alegria, felicidade o tempo todo e isto faz muito bem a qualquer um de nós, vamos ao circo amigos!

Um pouquinho da história do circo para vocês:

Comemora-se o Dia do Circo em 27 de março, numa homenagem ao palhaço brasileiro Piolin, que nasceu nessa data, no ano de 1897, na cidade de Ribeirão Preto, São Paulo. Considerado por todos que o assistiram como um grande palhaço, se destacava pela enorme criatividade cômica e pela habilidade como ginasta e equilibrista. Seus contemporâneos diziam que ele era o pai de todos os que, de cara pintada e colarinho alto, sabiam fazer o povo rir.

É praticamente impossível determinar uma data específica de quando ou como as práticas circenses começaram. Mas pode-se apostar que elas se iniciaram na China, onde foram encontradas pinturas de 5 000 anos, com figuras de acrobatas, contorcionistas e equilibristas. Esses movimentos faziam parte dos exercícios de treinamento dos guerreiros e, aos poucos, a esses movimentos foram acrescentadas a graça e a harmonia.

Conta-se ainda que no ano 108 a.C aconteceu uma enorme celebração para dar as boas-vindas a estrangeiros recém-chegados em terras chinesas. Na festa, houve demonstrações geniais de acrobacias. A partir de então, o imperador ordenou que sempre se realizassem eventos dessa ordem. Uma vez ao ano, pelo menos.

Também no Egito, há registros de pinturas de malabaristas. Na Índia, o contorcionismo e o salto são parte integrante dos espetáculos sagrados. Na Grécia, a contorção era uma modalidade olímpica, enquanto os sátiros já faziam o povo rir, numa espécie de precursão aos palhaços.

Quando o circo chegou ao Brasil

No Brasil, a história do circo está muito ligada à trajetória dos ciganos em nossa terra, uma vez que, na Europa do século dezoito, eles eram perseguidos. Aqui, andando de cidade em cidade e mais à vontade em suas tendas, aproveitavam as festas religiosas para exibirem sua destreza com os cavalos e seu talento ilusionista.

Procuravam adaptar suas apresentações ao gosto do público de cada localidade e o que não agradava era imediatamente tirado do programa.

Mas o circo com suas características itinerantes aparece no Brasil no final do século XIX. Instalando-se nas periferias das cidades, visava às classes populares e tinha no palhaço o seu principal personagem. Do sucesso dessa figura dependia, geralmente, o sucesso do circo.

O palhaço brasileiro, por sua vez, adquiriu características próprias. Ao contrário do europeu, que se comunicava mais pela mímica, o brasileiro era falante, malandro, conquistador e possuía dons musicais: cantava ou tocava instrumentos.

Nossos palhaços

Carequinha, "o palhaço mais conhecido do Brasil" - ele mesmo se intitula assim - diz que os melhores palhaços que ele conheceu na vida foram Piolin, Arrelia e Chicarrão. Essa notoriedade de George Savalla Gomes, seu verdadeiro nome, se deve muito à TV. Comandou programas de televisão, gravou vários discos, e soube tirar dessa mídia o melhor proveito. A TV, para ele, não acabou nem vai acabar nunca com o circo. Segundo Carequinha, o circo é imortal.

"Sou contra circo que tem animais. Não gosto. O circo comum, sem animais, agrada muito mais."
Carequinha

Denominado o "Rei dos Palhaços", o senhor Abelardo Pinto morreu em 1973 e era conhecido no meio circense e no Brasil como o palhaço Piolin (era magro feito um barbante e daí a origem do apelido). Como Carequinha, Piolin trabalhou em circo desde sempre. Admirado pela intelectualidade brasileira, participou ativamente de vários movimentos artísticos, entre eles, a Semana de Arte Moderna de 1922.

"O circo não tem futuro, mas nós, ligados a ele, temos que batalhar para essa instituição não perecer"
Frase dita por Piolin, pouco antes de morrer

Hoje no Rio de Janeiro temos o circo do Marcos Frota na Quinta da Boa Vista que apresenta um excelente espetáculo encantando crianças e adultos,as instalações são muito boas e a família certamente vai ter um ótimo fim de semana e não esqueçam das pipocas, algodão doce porque sair do circo sem a mão melada de tudo não vale viu?



Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas
GOOGLE

Um comentário:

Angela Cris disse...

Meus pais também sempre levavam meus irmãos e eu, era uma farra deliciosa e hoje levo meus netinhos, seus posts estão cada dia melhor viu amiga? Beijos
Angela